Speleo-elikadura

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Speleo-elikadura

Mensajepor admin » 27 May 2016, 09:11

Lurpeko esplorazioetara eraman behar ditugun janariari buruz.
Yucataneko speleo lagunen blogetik hartua.
http://bitacora.ajau.org.mx/mitos-conce ... eleologia/
Oier
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A literatura de nutrição e de maneira especial sobre manejo de carboidratos (CHO) na atividade espeleológica, na sua maioria, é elaborada para um contexto particular de uma caverna (umidade, temperatura, etc.), não especificando o trabalho a ser desempenhado, sendo assim, não é conveniente generalizar, com base nela, a proporção de carboidratos na dieta a ser consumida por um espeleólogo em outros contextos. É importante conhecer o metabolismo de carboidratos no organismo e levar em conta todas as variáveis que influenciam o consumo de energia durante a atividade na caverna, de modo a estabelecer a contribuição mais adequada para adiar a fadiga, proporcionando um melhor desempenho, prevenindo lesões e acidentes. O objetivo do presente trabalho é apresentar um argumento sobre a importância de uma informação atualizada, tanto da função da utilização dos carboidratos, como da preparação física para otimização da prática espeleológica. Para isso realizou–se uma revisão da literatura, em livros e artigos sobre o metabolismo, bioquímica e fisiologia do esporte, medicina desportiva e conteúdos de programas de formação espeleológica, a fim de que o espeleólogo seja capaz de refletir e determinar o que, quanto e quando é hora correta de ingerir alimentos ricos em carboidratos. Os dados obtidos demonstraram que é fundamental determinar o objetivo da expedição e o contexto da caverna para estabelecer a melhor aporte de CHO. Deve-se consumir alimentos com maior percentual de CHO e que tenham, preferencialmente, Carga Glicêmica (CG) baixa ou média, três ou quatro horas antes de iniciar a expedição. Durante a atividade, deve ser consumido hidroglicoeletrólitos, dependendo principalmente da duração e das condições de umidade, temperatura e grau de dificuldade da caverna, assim como, deve-se evitar jejum de mais de 3 horas. O treinamento físico do espeleólogo deve ser do tipo aeróbico, para aumentar a resistência e de potência anaeróbica, visando aumentar a força. É importante distinguir a exaustão, seguida de cansaço e a confusão mental, causada por desidratação e pelo aumento da temperatura corporal, daquelas causadas por hipoglicemia. Os espeleólogos que otimizem suas reservas de glicogênio, potencializada com uma preparação física adequada, terão mais chance de conseguir sucesso na expediçã

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